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domingo, 19 de abril de 2020

 TODOS QUE VISITAREM MEU BLOG EU DEIXO UM ABRAÇO CARINHOSO E APERTADINHO.


Queridas amigas e amigos, venho atualizar meu cantinho. Tem vídeo novo no meu canal, compartilho com vocês as máscaras que fiz e que doei. É muito importante agora nesse momento a SOLIDARIEDADE, é importante que todos nós ajudarmo-nos uns aos outros.



Aqui abaixo você consegue aprender como fazer a máscara caseira pela máquina de costura e à mão.


Hilda's Bordados
Beijos no

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

A TODOS QUE VISITAREM MEU BLOG DEIXO MEU ABRAÇO CARINHOSO E APERTADINHO.
Bom dia!
"Feliz dia das crianças! Hoje é dia de homenagear as crianças, as que ainda são, mas também as que já cresceram. Pois um dia também foram crianças, e basta um pequeno esforço para recordar toda a mágica desse tempo.
Aos que hoje abandonaram essa criança ao passado, e se recusam a deixá-la regressar, eu digo que estão cometendo um terrível erro. Pois crescer e amadurecer não deve significar ser sério, amargo e desapaixonado.
Além disso não há nada melhor que por uma vida inteira carregar no coração o sonho e a ilusão de uma criança.
Hoje eu quero desejar um dia maravilhoso para todas as crianças que são o futuro deste país, lembrando a sua importância e que as devemos cuidar, proteger e orientar.
Mas quero também homenagear todos aqueles que através do tempo souberam manter a sua criança interior viva, e também a criança que todos nós fomos um dia."
Beijos em todos no ♥
Hilda's Bordados

domingo, 9 de outubro de 2016

A TODOS QUE VISITAREM MEU BLOG DEIXO MEU ABRAÇO CARINHOSO E APERTADINHO.

Amigas e amigos, a prevenção é muito importante, pois quanto antes diagnosticar, melhor o resultado! 

A demora pode tornar o câncer mais agressivo e difícil de tratar! 
Durante a campanha existem carretas que passam pelas cidades fornecendo a mamografia gratuita! Informe-se, previna-se e viva melhor! 
Links:
Hilda's Bordados
Beijos no

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

A TODOS QUE VISITAREM MEU BLOG DEIXO MEU ABRAÇO CARINHOSO E APERTADINHO.
"10 Anos de Lei Maria da Penha: Avanços e Desafios Nas Dinâmicas Institucionais das Políticas Públicas"
A Lei Maria da Penha (n.11.340 de 07 de agosto de 2006) está para completar 10 anos de vigência. Ela foi criada com o objetivo de coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher através de uma composição institucional de medidas de integração entre os Poderes e Entes da federação para assistir às mulheres, além de endurecer as respostas àquelas agressões contra a mulher cometidas no âmbito privado. No ranking global de homicídios de mulheres, o Brasil ocupa a quinta posição entre 83 países registrados pela Organização das Nações Unidas, atrás apenas de El Salvador, Colômbia, Guatemala e Rússia. As políticas de enfrentamento à violência contra mulheres ainda se mostram bastante frágeis e com uma série de obstáculos que se interpõem na implementação da Lei Maria da Penha
 Leandro Pastorino de Oliveira
Nada justifica que homem algum maltrate, agrida ou ameace uma mulher.
Violência contra a mulher é todo ato que possa resultar em dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico. Ameaças, coação ou privação de liberdade, violência doméstica e qualquer outro tipo de abuso, crimes passionais, exploração sexual de mulheres e meninas, infanticídio de meninas e ataques com ácido são algumas das manifestações da violência contra as mulheres; violência sofrida pelo fato de se ser mulher, sem distinção de raça, classe social, religião, idade ou qualquer outra condição, produto de um sistema social que subordina o sexo feminino. 
De acordo com a ONU - Organização das Nações Unidas “(…) uma em cada três mulheres é maltratada e coagida a manter relações sexuais, ou submetida a outros abusos. Entre 30% e 60% das mulheres que já tiveram um parceiro sofreram alguma vez violência física ou sexual por parte do companheiro, e 48% das meninas e jovens com idades entre 10 e 24 anos afirmam ter tido suas primeiras relações sexuais sob coação”. 
Um desafio para a sociedade é denunciar e expor os agressores.
Este é um convite a todas as mulheres para que superem seus medos, ergam a voz, passem por cima dos preconceitos e façam valer seus direitos como seres humanos. Rompa o silêncio: Fale sobre do problema com pessoas de confiança e peça ajuda. As ameaças do agressor ganham mais força quando a vítima se isola e não busca apoio externo. É importante que familiares, amigos, vizinhos ou grupos de mulheres sejam chamados a ajudar. O silêncio protege apenas o agressor. 

Em caso de agressão física, tente sair de perto ou fugir do agressor. Chame a polícia, vá a um hospital ou à casa de amigos que possam ajudá-la.
Vença o medo e procure uma delegacia de mulheres. Por trás dos casos de violência contra a mulher, há uma longa lista de problemas conjuntos, como descompromisso social, preconceito, falta de solidariedade e muitos outros...
A violência contra mulheres e meninas é uma grave violação dos direitos humanos. Seu impacto varia entre consequências físicas, sexuais e mentais para mulheres e meninas, incluindo a morte como por exemplo de uma das meninas no caso de um estrupo coletivo em Bom Jesus no Piauí no ano de 2015 .Uma das vitimas de 17 anos morreu após passar dez dias internada.

Fica aqui a pergunta: como fica os familiares, amigos e a população após um fato tão grave como este? E agora por ultimo o caso desta jovem de 16 anos no Rio de Janeiro que após ver o vídeo na internet teve a coragem de denunciar que também sofreu abuso sexual coletivo por 33 homens!!!

Eu como mulher pensei bem desde o dia em que comecei a ouvir as notícias a respeito de um fato tão grave como este e eu não poderia me calar. 

A violência não tem consequências negativas somente para as mulheres, mas também para suas famílias, para a comunidade e para o país em geral. Alguns países têm leis contra a violência doméstica, agressão sexual e outras formas de violência. No entanto, os desafios persistem na implementação dessas leis, limitando o acesso de mulheres e meninas à segurança e justiça. Em geral, não há iniciativas eficazes de prevenção da violência contra a mulher e, quando esta ocorre, muitas vezes os culpados permanecem impunes ou são condenados a penas brandas. 

A grande dúvida da maioria das mulheres é o que vai acontecer após a denúncia e esta dúvida pode levar a mulher a desistir de denunciar. A mulher deverá registrar um boletim de ocorrência e informar detalhadamente a agressão sofrida, se houve ameaças e se tiver, indicar testemunhas. 

Já não podemos mais aceitar que “em briga de homem e mulher não se mete a colher”. A violência contra a mulher é uma das principais causas de mortes de mulheres e no Brasil 80% dos casos as agressões foram cometidas por parceiros ou ex-parceiros. Mais da metade da população conhecem mulheres que já foram agredidas por seus parceiros ou homens que já agrediram suas parceiras.
Assim, se você não sofre violência, pode conhecer alguém que sofre, e pode ajudar.

Vamos conhecer um pouco sobre a violência contra a mulher?

Vivemos numa cultura machista onde, muitas vezes, o homem se acha superior à mulher, acreditam que as mulheres são suas propriedades e que portanto podem mandar nelas. Algumas mulheres, por falta de oportunidades, também se sujeitam a este tipo de tratamento e acabam colaborando para isso. Os homens são vistos como fortes e as mulheres como frágeis.
Os homens acham que têm o direito de impor suas opiniões e vontades e quando são contrariados partem para a agressão verbal, psicológica ou física.
Algumas pessoas acreditam que álcool, drogas ou ciúmes são os motivos das agressões, mas esses são apenas fatores que podem desencadear a violência mas a verdadeira causa é o comportamento violento do agressor.
Você já conhece a Lei Maria da Penha e já sabe o que é uma agressão contra a mulher protegida pela lei.
Você já sabe reconhecer que foi ou está sendo vítima de algum tipo de violência contra a mulher, mas e agora, o que fazer?

Não é fácil acabar com a violência em uma relação, mas dar o primeiro passo é muito importante. Quanto antes você pedir ajuda menores serão as consequências para você.


A denúncia pode ser feita na Delegacia da Mulher (DEAM) mais perto de você ou numa delegacia comum. Em casos de emergência você também pode ligar para o 190 e pedir apoio policial.
Mas as vezes temos receio de procurar a polícia, ou não temos certeza se desejamos fazer a denúncia, mas nem por isso você deve se calar, pense em você, pense na sua vida.
Se você tem dúvidas se deve ou não denunciar procure orientação jurídica e psicológica em um Centro de Atendimento à Mulher ou de assistência social. Lá você poderá encontrar pessoas que a ajudarão a tomar a melhor decisão. Para encontrar este tipo de serviço perto de você ligue para o 180.
Que Deus tenha misericórdia de nós e do mundo inteiro.
Eu espero e confio que algum dia que o mundo seja um lugar melhor onde não tenha discriminação e onde as pessoas ajudam uns aos outros.
Na bíblia temos os 10 mandamentos, seria muito bom se seguíssemos pelo menos alguns deles:
Ame a Deus acima de todas as coisas;
Ame ao próximo como a ti mesmo.
Como seria o mundo se pelo menos estes mandamentos fossem obedecidos. Imagine como seria se cada pessoa amasse seu próximo como a si mesmo...
Que Deus dê sabedoria as autoridades competentes para que a justiça seja feita...
Eu fico me perguntando o que se passava no coração e na mente destes 33 homens que participaram do estupro coletivo no Rio de Janeiro, não havia ali nenhum homem que tivesse misericórdia para defende-la ou de abster ? 

Oh Deus! Faça morada em nossos corações todos os dias!
http://www.univali.br/imprensa/eventos/direito-e-relacoes-internacionais/Paginas/evento904.aspx
http://violenciacontramulher.com.br/2015/11/24/fui-agredida-e-agora/
http://www.onumulheres.org.br/areas-tematicas/fim-da-violencia-contra-as-mulheres/
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/violenciamulher/
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/05/1775382-policia-apura-estupro-coletivo-no-pi-suspeitos-acham-normal-diz-delegado.shtml
HILDA'S BORDADOS
BEIJOS NO 


sábado, 28 de maio de 2016

A TODOS QUE VISITAREM MEU BLOG DEIXO MEU ABRAÇO CARINHOSO E APERTADINHO.
Nada justifica que homem algum maltrate, agrida ou ameace uma mulher.
Violência contra a mulher é todo ato que possa resultar em dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico. Ameaças, coação ou privação de liberdade, violência doméstica e qualquer outro tipo de abuso, crimes passionais, exploração sexual de mulheres e meninas, infanticídio de meninas e ataques com ácido são algumas das manifestações da violência contra as mulheres; violência sofrida pelo fato de se ser mulher, sem distinção de raça, classe social, religião, idade ou qualquer outra condição, produto de um sistema social que subordina o sexo feminino. 
De acordo com a ONU - Organização das Nações Unidas “(…) uma em cada três mulheres é maltratada e coagida a manter relações sexuais, ou submetida a outros abusos. Entre 30% e 60% das mulheres que já tiveram um parceiro sofreram alguma vez violência física ou sexual por parte do companheiro, e 48% das meninas e jovens com idades entre 10 e 24 anos afirmam ter tido suas primeiras relações sexuais sob coação”. 
Um desafio para a sociedade é denunciar e expor os agressores.
Este é um convite a todas as mulheres para que superem seus medos, ergam a voz, passem por cima dos preconceitos e façam valer seus direitos como seres humanos. Rompa o silêncio: Fale sobre do problema com pessoas de confiança e peça ajuda. As ameaças do agressor ganham mais força quando a vítima se isola e não busca apoio externo. É importante que familiares, amigos, vizinhos ou grupos de mulheres sejam chamados a ajudar. O silêncio protege apenas o agressor. 

Em caso de agressão física, tente sair de perto ou fugir do agressor. Chame a polícia, vá a um hospital ou à casa de amigos que possam ajudá-la.
Vença o medo e procure uma delegacia de mulheres. Por trás dos casos de violência contra a mulher, há uma longa lista de problemas conjuntos, como descompromisso social, preconceito, falta de solidariedade e muitos outros...
A violência contra mulheres e meninas é uma grave violação dos direitos humanos. Seu impacto varia entre consequências físicas, sexuais e mentais para mulheres e meninas, incluindo a morte como por exemplo de uma das meninas no caso de um estrupo coletivo em Bom Jesus no Piauí no ano de 2015 .Uma das vitimas de 17 anos morreu após passar dez dias internada.

Fica aqui a pergunta: como fica os familiares, amigos e a população após um fato tão grave como este? E agora por ultimo o caso desta jovem de 16 anos no Rio de Janeiro que após ver o vídeo na internet teve a coragem de denunciar que também sofreu abuso sexual coletivo por 33 homens!!!

Eu como mulher pensei bem desde o dia em que comecei a ouvir as notícias a respeito de um fato tão grave como este e eu não poderia me calar. 

A violência não tem consequências negativas somente para as mulheres, mas também para suas famílias, para a comunidade e para o país em geral. Alguns países têm leis contra a violência doméstica, agressão sexual e outras formas de violência. No entanto, os desafios persistem na implementação dessas leis, limitando o acesso de mulheres e meninas à segurança e justiça. Em geral, não há iniciativas eficazes de prevenção da violência contra a mulher e, quando esta ocorre, muitas vezes os culpados permanecem impunes ou são condenados a penas brandas. 

A grande dúvida da maioria das mulheres é o que vai acontecer após a denúncia e esta dúvida pode levar a mulher a desistir de denunciar. A mulher deverá registrar um boletim de ocorrência e informar detalhadamente a agressão sofrida, se houve ameaças e se tiver, indicar testemunhas. 

Já não podemos mais aceitar que “em briga de homem e mulher não se mete a colher”. A violência contra a mulher é uma das principais causas de mortes de mulheres e no Brasil 80% dos casos as agressões foram cometidas por parceiros ou ex-parceiros. Mais da metade da população conhecem mulheres que já foram agredidas por seus parceiros ou homens que já agrediram suas parceiras.
Assim, se você não sofre violência, pode conhecer alguém que sofre, e pode ajudar.

Vamos conhecer um pouco sobre a violência contra a mulher?

Vivemos numa cultura machista onde, muitas vezes, o homem se acha superior à mulher, acreditam que as mulheres são suas propriedades e que portanto podem mandar nelas. Algumas mulheres, por falta de oportunidades, também se sujeitam a este tipo de tratamento e acabam colaborando para isso. Os homens são vistos como fortes e as mulheres como frágeis.
Os homens acham que têm o direito de impor suas opiniões e vontades e quando são contrariados partem para a agressão verbal, psicológica ou física.
Algumas pessoas acreditam que álcool, drogas ou ciúmes são os motivos das agressões, mas esses são apenas fatores que podem desencadear a violência mas a verdadeira causa é o comportamento violento do agressor.
Você já conhece a Lei Maria da Penha e já sabe o que é uma agressão contra a mulher protegida pela lei.
Você já sabe reconhecer que foi ou está sendo vítima de algum tipo de violência contra a mulher, mas e agora, o que fazer?
Não é fácil acabar com a violência em uma relação, mas dar o primeiro passo é muito importante. Quanto antes você pedir ajuda menores serão as consequências para você.

A denúncia pode ser feita na Delegacia da Mulher (DEAM) mais perto de você ou numa delegacia comum. Em casos de emergência você também pode ligar para o 190 e pedir apoio policial.
Mas as vezes temos receio de procurar a polícia, ou não temos certeza se desejamos fazer a denúncia, mas nem por isso você deve se calar, pense em você, pense na sua vida.
Se você tem dúvidas se deve ou não denunciar procure orientação jurídica e psicológica em um Centro de Atendimento à Mulher ou de assistência social. Lá você poderá encontrar pessoas que a ajudarão a tomar a melhor decisão. Para encontrar este tipo de serviço perto de você ligue para o 180.
Que Deus tenha misericórdia de nós e do mundo inteiro.
Eu espero e confio que algum dia que o mundo seja um lugar melhor onde não tenha discriminação e onde as pessoas ajudam uns aos outros.
Na bíblia temos os 10 mandamentos, seria muito bom se seguíssemos pelo menos alguns deles:
- Ame a Deus acima de todas as coisas;
- Ame ao próximo como a ti mesmo.
Como seria o mundo se pelo menos estes mandamentos fossem obedecidos. Imagine como seria se cada pessoa amasse seu próximo como a si mesmo...
Que Deus dê sabedoria as autoridades competentes para que a justiça seja feita...
Eu fico me perguntando o que se passava no coração e na mente destes 33 homens que participaram do estupro coletivo no Rio de Janeiro, não havia ali nenhum homem que tivesse misericórdia para defende-la ou de abster ? 
Oh Deus! Faça morada em nossos corações todos os dias!
http://violenciacontramulher.com.br/2015/11/24/fui-agredida-e-agora/
http://www.onumulheres.org.br/areas-tematicas/fim-da-violencia-contra-as-mulheres/
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/violenciamulher/
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/05/1775382-policia-apura-estupro-coletivo-no-pi-suspeitos-acham-normal-diz-delegado.shtml
HILDA'S BORDADOS
BEIJOS NO

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A TODOS QUE VISITAREM MEU BLOG DEIXO MEU ABRAÇO CARINHOSO E APERTADINHO.
 Retornando ao trabalho!! Já com algumas encomendas para a volta as aulas,  faça também a sua!!!!
 Aqui você encontra diversos modelos de toalhinhas escolares,  jalecos e babadores, confira!
 Entre em contato:
Cel: (31) 99405-1249
E-mail: hildinha10@yahoo.com.br
Inbox pelo facebook: facebook.com/HildasBordados
"Tudo posso naquele que me fortalece". Fp 4:13
Dolma para chef de cozinha.
 Jalecos manga curta e manga longa. Vendemos bordado e sem bordar.
As toalhinhas escolares estão com promoção: na compra de 5 toalhinhas de boca, ganhe o bordado!
Modelo de bordados nas toalhinhas escolares.
Bordamos avental para criança, babador e muito mais!
Toalhinhas individuais escolha a cor, os detalhes e o bordado!
Faça suas lembrancinhas com toalha de cachorrinhos, ursinha ou bonequinha, cupcake, rocambole, bolo, pirulito e outros para aniversários, casamentos, batizados, bodas, para a chegada do bebê entre outros!!
HILDA'S BORDADOS
BEIJOS NO